"A felicidade entrou com o pé na porta e sentou ao meu lado. Eu não estava mais sozinha esperando o espéculo. O trânsito todo parado e ela acena no carro ao lado, depois morre de vergonha e toma bronca do pai para sentar direito na cadeirinha. O dia meio cinzento, vai-não-vai e de repente ela surge amarela e esquenta a vida. Ela mora numa gaveta cheia de bobeirinhas lá em casa. Ela toma banho comigo quando a água leva embora coisa ruim e renova a alma e dorme ao meu lado quando eu descanso..." (Tati Bernardi).
Moça, olha só o que eu te escrevi:
É preciso força pra sonhar e perceber
que a estrada vai além do que se vê!
Sei que a tua solidão me dói
e que é difícil ser feliz…
Mas, do que somos todos nós?
Você supõe o céu.
Sei que o vento que entortou a flor
passou também por nosso lar
e foi você quem desviou
com golpes de pincel.
Eu sei, é o amor que ninguém mais vê.
- Além do que se vê, Los Hermanos  (via b-a-n-d-o-l-i-m)

(Source: quedoceseja)

O pior é saber que ele não é um canalha, que vocês eram realmente só amigos. O pior é aceitar que ele nunca lhe enganou, nunca mentiu pra você, nunca fez algo mais, você que via coisas inexistentes. O pior é ver é que ela não é uma vadia, é até muito educada, simpática e ainda gosta dos mesmo livros que você. O pior é perceber que não foi nada demais, nenhuma conspiração do destino ou armadilha, não, só não tinha que ser. Não sei se é só impressão, mas parece que assim dói mais.
- Isabela Gama, im-perfeitamente

A MENINA É MAIS RODADA QUE PRATINHO DE MICROONDAS E FICA COMPARTILHANDO VERSINHO DE AMOR.

(Source: macarronata)

Mas ainda vai chegar o dia que um cara vai surgir. Um cara bem improvável. De camiseta branca, calça jeans, chinelo e com cabelo todo desajeitado. Um cara que seja um desastre na cozinha, que faça uma excelente massagem nos pés e que dê sorrisos bobos nos momentos mais inoportunos. Um cara que vai conhecer meus pais, meus amigos e, de pouco em pouco, cada pedacinho de mim: meus medos, os pensamentos por baixo dos meus cachos, as lágrimas por baixo do meu edredom. Um cara que vai me ligar só pra dizer que me ama, que vai no estádio de futebol comigo mesmo sabendo que vai sair de lá surdo. Um cara meio bobo, meio torto, meio fofo. Um cara que seja não mais um cara, mas o cara. Isabela Gama, im-perfeitamente.

Mas ainda vai chegar o dia que um cara vai surgir. Um cara bem improvável. De camiseta branca, calça jeans, chinelo e com cabelo todo desajeitado. Um cara que seja um desastre na cozinha, que faça uma excelente massagem nos pés e que dê sorrisos bobos nos momentos mais inoportunos. Um cara que vai conhecer meus pais, meus amigos e, de pouco em pouco, cada pedacinho de mim: meus medos, os pensamentos por baixo dos meus cachos, as lágrimas por baixo do meu edredom. Um cara que vai me ligar só pra dizer que me ama, que vai no estádio de futebol comigo mesmo sabendo que vai sair de lá surdo. Um cara meio bobo, meio torto, meio fofo. Um cara que seja não mais um cara, mas o cara. Isabela Gama, im-perfeitamente.

lagrimas-de-afrodite:

“Meu pai aos 29 anos, eu com 2 semanas de nascido (o primeiro filho dele).
Eu aos 29 anos, meu garoto com 2 semanas de nascido (o meu primeiro)”.

lagrimas-de-afrodite:

“Meu pai aos 29 anos, eu com 2 semanas de nascido (o primeiro filho dele).

Eu aos 29 anos, meu garoto com 2 semanas de nascido (o meu primeiro)”.

Então, é isso. Acabou, não é mesmo? É, como se de uma hora pra outra todos aqueles sorrisos, mãos entrelaçadas, beijinhos se tornam pó. Como se de um segundo pro outro as flores perdessem aquele brilho de antes, o céu perdeu aquele tom azul a mais que só menina apaixonada enxerga. As músicas românticas já não agradam mais, os vestidos se acumulam no guarda-roupas, as tiaras e os laços ficam jogados pelos cantos, assim como as sapatilhas já estão escondidas embaixo da cama. Volto a ter cinco anos de idade e aquele colo de mãe parece ser a única solução, mas nem assim, continua doendo. O edredom já não aquece meu coração e o céu não está com estrelas, apenas neblina. Isabela Gama, im-perfeitamente.

Então, é isso. Acabou, não é mesmo? É, como se de uma hora pra outra todos aqueles sorrisos, mãos entrelaçadas, beijinhos se tornam pó. Como se de um segundo pro outro as flores perdessem aquele brilho de antes, o céu perdeu aquele tom azul a mais que só menina apaixonada enxerga. As músicas românticas já não agradam mais, os vestidos se acumulam no guarda-roupas, as tiaras e os laços ficam jogados pelos cantos, assim como as sapatilhas já estão escondidas embaixo da cama. Volto a ter cinco anos de idade e aquele colo de mãe parece ser a única solução, mas nem assim, continua doendo. O edredom já não aquece meu coração e o céu não está com estrelas, apenas neblina. Isabela Gama, im-perfeitamente.